Foram quinze dias consecutivos de inverno com muitas nuvens negras no céu, chuva e uma gélida ventania capaz de mandar facilmente qualquer cidadão de volta para cama; até que em um certo dia o sol deu as caras novamente, trazendo seu calor e odores exorbitantes. Os pássaros por sua vez, haviam ido procurar por regiões mais quentes.
Barbara estava observando o canto de seu periquito.
– PAPAI MAMÃE! PAPAI MAMÃE! AH! – Cantara o loro.
Haviam dois animas ali com ela, o loro Papaiagato e o periquito Pepes – ambos animais de estimação da garota. Mas somente o loro sabia falar.
– Não Papaiagato, eles não chegaram – Respondeu a menina, melancolicamente.
– AH!